Com dois gols marcados contra o Santos na carreira, histórico pessoal do atacante de partidas com Peixe é equilibrado
No domingo, Obina encara primeiro clássico pelo Verdão (Foto: Gustavo Tílio)

Mesmo que tenha sido apresentado pelo presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, há um mês, Obina chegou à Academia de Futebol sob forte desconfiança da torcida. Quando vestiu a camisa do Verdão pela primeira vez, no CT da Barra Funda, o atacante amargava uma incômoda série de quase 180 dias sem fazer um gol. A última oportunidade que tivera de balançar a rede adversária.
Passados 30 dias, o cenário mudou, e Obina passa a cair nas graças dos torcedores ao demonstrar dedicação quando solicitado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. Das seis partidas que o Alviverde disputou neste período, o baiano de Vera Cruz participou de cinco, sendo duas como titular – 2 a 2 com o Barueri e 2 a 1 no Vitória-BA, equipe pela qual foi revelado –, marcou dois tentos fora de casa e não viu sua equipe ser derrotada nenhuma vez (duas vitórias e quatro empates).
Emprestado pelo Flamengo ao Palmeiras até o final do ano, o camisa 28 encara o primeiro clássico desde que chegou a São Paulo, neste domingo, às 18h30, no Palestra Itália, contra o Santos, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Embora possa entrar apenas no decorrer da partida, destaca a importância do duelo.
– Vai ser mais um clássico, um momento único na minha carreira – declarou.
O histórico pessoal contra o Peixe é bastante equilibrado: três triunfos, três igualdades e três reveses, com dois gols marcados – um pelo Rubronegro baiano (Santos 4 x 1 Vitória-BA, no Brasileirão de 2004) e outro pelo carioca (Flamengo 2 x 1 Santos, no nacional de 2005).
Para somar quatro vitórias em cima da equipe da Baixada e colocar o Verdão de vez na briga pela ponta da tabela, nada melhor do que desencantar, marcar o primeiro gol no Palestra Itália e calar de vez os críticos.
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